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05 Jun

Veja lista de lojas suspeitas e saiba como evitar golpes nesta Black Friday

É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.

Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.

Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige técnicas e recursos específicos.

É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados. Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.

Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.

É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.

Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.

É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um fato ou notícia.

Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.

Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.

Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

Nesta semana de ofertas tentadoras, é preciso ter cautela na hora de efetuar a compra, para não cair em golpes na internet. A Black Friday, que sempre acontece na última sexta-feira de novembro, é a oportunidade que criminosos têm de aproveitar o fluxo de usuários e vender produtos inexistentes em sites fraudulentos. Para evitar que os consumidores sejam lesados pela data de promoções, o Procon-SP mantém uma lista de lojas virtuais suspeitas.

Até a publicação desta matéria, a lista conta com 307 sites que devem ser evitados, pois tiveram reclamações de consumidores registrada no Procon-SP. A relação foi divulgada pela primeira vez em julho de 2011 e a mantém atualizada desde então, com último update feito no dia 14 de outubro. O site mostra a URL da página, empresa ou pessoa responsável, o CNPJ/CPF, a data de inserção na lista e se ainda está ativo ou não.

Além de conferir se o site está ou não na lista, o consumidor deve se atentar à reputação da loja no Reclame Aqui e ficar alerta às formas de pagamento. Veja cinco dicas para se proteger e não cair na “Black Fraude”.

Para saber se o site é seguro, procure pelo ícone de cadeado acompanhado pela sigla HTTPS na barra de endereços. Preste atenção se a sigla também está presente na página de compra. Caso contrário, não insira suas informações pessoais e financeiras.

Mesmo que o site possua a sigla HTTPS, desconfie se ele não oferecer opção de pagamento via cartão de crédito. Para gastar menos com infraestrutura, os fraudantes optam pela aplicação de golpes mais simples. Assim, é comum ver produtos caros com preços extremamente baixos, com pagamento via boleto ou transferência bancária.

Segundo a lei Lei do E-commerce (7.962/13), que regulamenta o Código de Defesa do Consumidor no comércio eletrônico, todas lojas virtuais devem apresentar as seguintes informações de forma clara, no rodapé ou topo da página: CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica); Razão Social; Endereço da sede da empresa; Telefone; E-mail ou formulário para contato. Toda loja deve apresentar, ainda, uma política de trocas e devoluções, caso não encontre, não compre no site.

Ainda que a lista do Procon-PE apresente eficiência na hora de escapar das ciladas, ela não abrange a totalidade dos sites fraudulentos. Por isso, uma ferramenta útil é o Reclame Aqui e o Consumidor.gov.br. As plataformas registram as reclamações e avaliações de clientes das lojas. Para consultar, basta buscar o nome e olhar as notas.

A difusão de links maliciosos aumentam quatro vezes na Black Friday, aponta a empresa de segurança Kaspersky. Por isso, não clique em links recebidos via WhatsApp, mensagens SMS e redes sociais. Ao invés disso, digite o endereço eletrônico diretamente no navegador da internet.

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